A síndrome do samurai sem mestre

A síndrome do samurai sem mestre
Professor e atleta da mistura de artes marciais, Fernando Kioshi, de Itapetininga, interior de São Paulo, fez uma análise do mundo das artes marciais, sobretudo do jiu-jítsu. O MMA+ tomou a liberdade de reproduzir o texto que ele postou em sua página oficial no Facebook. Confira:

Arte marcial é somente o campo físico e técnico? Estamos em uma época que um atleta, às vezes faixa branca, azul, roxa – digamos iniciante -, ganha uma ou outra competição e já acha que tem todo o conhecimento e sabedoria, mas se esquece de toda a filosofia da arte marcial, se esquece do respeito perante aos professores, perante aos mais graduados e perante aos companheiros de treinos. Esquece a amizade e a qualidade de vida.

Estamos em uma época que se o professor chama a atenção do aluno, o mesmo fica bravo, “magoadinho” e é capaz até de mudar de time.

Pratico artes marciais há 29 anos. Sou da escola antiga – famoso oldschool – e fico chateado com o rumo que as artes marciais estão tomando. Porém, prometo manter esse sistema antigo e funcional, que cria não apenas lutadores, mas também pessoas melhores e mais fortes para o mundo.

Beijos e luz do Jaspion!

Foto: Divulgação
(Notícia lida 656 vezes, 1 só hoje.)